Após almoço que durou pouco mais de duas horas com o
presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o presidente da CPI da
Petrobras, Hugo Motta (PMDB-PB), sinalizou ser improvável que a 16ª fase
da Operação Lava-Jato, deflagrada na manhã dessa terça-feira, seja
objeto de investigação na comissão. Segundo apurações preliminares, PT e
PMDB aparecem no comando de empresas do setor elétrico que são alvos
das denúncias de corrupção.
Motta afirmou que além do prazo para entrega do relatório final da CPI, o fato determinado para instalação da comissão — a corrupção na Petrobras — também deve ser seguido:
— A nossa investigação está no campo de casos inerentes à Petrobras. Temos que seguir aquilo que está no escopo do requerimento inicial de instalação da CPI. Tudo o que nós estamos investigando está dentro do que o requerimento determinou — disse o peemedebista.
Hugo Motta afirmou que vai insistir para que o pedido de Habeas Corpus deferido pelo STF ao ex-diretor da estatal, Pedro Barusco, seja invalidado. Motta quer apresentar fatos que divergem do motivo alegado pela defesa de Pedro Barusco para o não comparecimento do ex-diretor à comissão para uma acareação com Renato Duque. A justificativa usada pela então advogada de Barusco, Beatriz Catta Preta, que constava no atestado médico apresentado à CPI, era que o ex-diretor está com câncer em estágio avançado.
Fonte: O Globo
Motta afirmou que além do prazo para entrega do relatório final da CPI, o fato determinado para instalação da comissão — a corrupção na Petrobras — também deve ser seguido:
— A nossa investigação está no campo de casos inerentes à Petrobras. Temos que seguir aquilo que está no escopo do requerimento inicial de instalação da CPI. Tudo o que nós estamos investigando está dentro do que o requerimento determinou — disse o peemedebista.
Hugo Motta afirmou que vai insistir para que o pedido de Habeas Corpus deferido pelo STF ao ex-diretor da estatal, Pedro Barusco, seja invalidado. Motta quer apresentar fatos que divergem do motivo alegado pela defesa de Pedro Barusco para o não comparecimento do ex-diretor à comissão para uma acareação com Renato Duque. A justificativa usada pela então advogada de Barusco, Beatriz Catta Preta, que constava no atestado médico apresentado à CPI, era que o ex-diretor está com câncer em estágio avançado.
Fonte: O Globo
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