A taxa de crescimento de 7% registrada pela China no primeiro
semestre do ano é confiável e o mundo precisa se ajustar ao "novo padrão
normal" da economia do gigante asiático, afirmou hoje a Comissão
Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NDRC, na sigla em inglês) do
país.
A China vem se expandindo no ritmo mais fraco em
décadas, em meio à forte volatilidade dos mercados financeiros locais, o
excesso de capacidade da indústria, a diminuição da demanda externa e a
retração do mercado imobiliário, fatores que geram preocupações sobre a
saúde da segunda maior economia do mundo.
A NDRC, órgão de
planejamento econômico da China, disse que questionamentos recentes
sobre o crescimento do país não foram baseados em pesquisas abrangentes e
argumentou que a taxa de 7% ficou dentro do intervalo de estimativas de
várias agências de governo e de institutos internacionais.
Segundo
a NDRC, dúvidas sobre as estatísticas oficiais começaram a surgir desde
que a China começou a implementar reformas econômicas, especialmente
quando a taxa de crescimento é relativamente baixa. No final, porém,
fica constatado que essas dúvidas eram erradas e, às vezes,
"ridiculamente erradas", afirmou o órgão.
A NDRC disse
ainda que a economia chinesa está entrando num período de transição, com
o setor de serviços e a indústria de tecnologia desempenhando um papel
mais relevante. Pequim vem procurando incentivar os serviços, os gastos
dos consumidores e o empreendedorismo privado para que se tornem os
novos catalisadores do crescimento.
"Não apenas o governo
chinês em todos os níveis, as empresas e cidadãos precisam compreender
essa tendência de desenvolvimento, como a comunidade internacional
também precisa reconhecer e se ajustar a essa mudança, e não deve
esperar que a economia chinesa opere sempre em alta velocidade", afirmou
a NDRC.
Ainda de acordo com o órgão, os efeitos das
políticas do governo chinês, incluindo vários cortes de juros e nos
compulsórios bancários, gastos maiores em infraestrutura e deduções
tributárias, vão ser absorvidos gradualmente para garantir que a China
atinja a meta de crescer 7% este ano. Fonte: Dow Jones Newswires.
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