A Câmara desistiu de aumentar os mandatos dos políticos de quatro para cinco anos. O fim da reeleição está mantido. E a data da posse, que na primeira votação seria nos dias 4 e 5 de janeiro para presidente e governadores, foi mantida em 1º de janeiro. Essa discussão ainda não acabou.
Temas polêmicos, como o financiamento de campanha, ficaram para agosto, no retorno do recesso parlamentar, que começa sexta. Já o fim da reeleição foi confirmado.
Todas as mudanças ainda têm que ser aprovadas em duas votações no Senado, e os senadores começaram a votar outras propostas de mudanças no sistema eleitoral. Acaba a figura do puxador de votos nas coligações. Para eleger um deputado ou vereador, o partido vai ter que conseguir votos sozinho e para ter acesso ao fundo partidário e ao tempo na propaganda de rádio e TV, os partidos precisam ter diretórios em 10% dos municípios brasileiros e em mais da metade dos estados até 2018.
Outra proposta aprovada: magistrados e integrantes do Ministério Público terão que esperar dois anos, depois de deixarem o cargo, para se candidatar a um cargo político.
Foi aprovado também um projeto que permite que prefeitos, vices e vereadores condenados à cassação continuem no cargo até a confirmação da sentença pelo Tribunal Regional Eleitoral.
Bom Dia Brasil
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