A vereadora Fátima Oliveira, do município de João Dias, no Oeste potiguar, utilizou suas redes sociais para cobrar justiça e maior celeridade das autoridades na apuração do assassinato de seu irmão, o pedreiro José Gilson Melquiades, morto a tiros em 31 de outubro de 2024, na cidade de Mossoró.
Segundo a parlamentar, José Gilson não possuía antecedentes criminais, jamais respondeu a processo judicial e nunca teria sido conduzido a uma delegacia. Ela destaca que o irmão era um trabalhador conhecido pela conduta honesta e pela rotina dedicada ao trabalho.
De acordo com o relato, o crime ocorreu após o término do expediente. José Gilson teria parado em um bar para tomar uma cerveja, acompanhado do ajudante de trabalho, Victor Paulo Cândido da Silva Júnior, que, desde então, não foi mais localizado nem citado nas investigações públicas, o que aumenta o clima de mistério em torno do caso.
A vítima foi atingida por 11 disparos de arma de fogo e morreu ainda no local. Um elemento que torna o caso ainda mais complexo, segundo a vereadora, é o fato de que o suposto autor do homicídio teria sido morto no dia seguinte, também em circunstâncias não esclarecidas. Até o momento, não há informações oficiais sobre quem teria sido o mandante do crime contra José Gilson, tampouco sobre a autoria intelectual da morte do homem apontado como seu algoz.
Em desabafo público, Fátima Oliveira lamentou a demora nas investigações e cobrou respostas concretas:
“Já se passou um ano e três meses e nunca conseguiram identificar o acusado pela morte do meu irmão. Um homem trabalhador e honesto, que foi covardemente assassinado. O suposto assassino também foi morto no dia seguinte, de forma misteriosa, sem que ninguém saiba quem mandou ou quem executou. Deduzo que possa ter sido a mesma pessoa”, afirmou.
A vereadora reforça o apelo para que o caso não caia no esquecimento e para que as autoridades responsáveis avancem na elucidação dos fatos, garantindo justiça à família e à sociedade.
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