segunda-feira, 20 de julho de 2015

Eles estão em um labirinto', diz Miriam Leitão sobre crise na Grécia Comentarista avalia mais um dia decisivo para o futuro do país. Gregos estão divididos entre alívio e dúvida, que está maior nesta quarta.

Já são três semanas de bancos fechados na Grécia. O acordo não foi suficiente para trazer normalidade ao país.

Sempre foram dois os sentimentos: alívio e dúvida. Hoje a dúvida está maior porque esta quarta-feira (15) é o dia da votação. O FMI tem dúvidas, acha que não é o suficiente, quer um perdão de parte da dívida. O governo americano também tem um documento que vazou em que analisa a dívida grega e diz que ela é insustentável, que é preciso dar um perdão de parte grande da dívida.
O partido do primeiro-ministro grego, dividido, vai à votação. O líder do Congresso já encaminhou parecer contra a votação. Então, é um dia muito incerto, cheio de insegurança. Vamos ver o que que os gregos decidem.
Mas o mais aflitivo são os bancos fechados. Três semanas de bancos fechados. Se você fosse grego o que estava querendo agora? Que o banco abrisse para você correr e pegar suas economias. É isso que todo grego está pensando. Por isso que é preciso um empréstimo de emergência – para que haja garantia de que os bancos possam abrir sem haver uma corrida bancária. Isso é o que é mais difícil hoje.
Não é por acaso que os gregos inventaram o labirinto. Eles estão em um labirinto. E o minotauro está logo ali.


 

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