Matheus Brito (MDB), vice-presidente da Câmara, e a esposa são acusados de comprar históricos escolares para encurtar tempo de conclusão de cursos universitários; quatro pessoas também são investigadas.
O vereador e vice-presidente da Câmara de Silvânia, Matheus Brito (MDB), e sua esposa, a farmacêutica Jacqueline Alves de Souza, foram indiciados por adquirir históricos escolares fraudulentos com o objetivo de reduzir o tempo necessário para a conclusão de cursos universitários. A investigação aponta ainda a participação de mais quatro pessoas no esquema.
Em declarações públicas, o vereador afirmou que ele e a esposa foram, na verdade, vítimas de uma fraude. Segundo ele, ao tomar conhecimento da investigação, compareceu voluntariamente à delegacia para prestar esclarecimentos. Já Jacqueline, em entrevista ao jornal O Popular, afirmou que todos os fatos serão devidamente esclarecidos na Justiça:
“Confio no trabalho do Ministério Público e da Justiça do Brasil”, disse a farmacêutica.
Até o momento, a reportagem não conseguiu localizar a defesa dos demais indiciados.
A Faculdade Fibra, de Anápolis, também se pronunciou oficialmente sobre o caso. Em nota, afirmou que está colaborando com as investigações e que “indivíduos apontados como envolvidos no esquema, à época vinculados à instituição como funcionários, não fazem mais parte do quadro de colaboradores”. A faculdade ainda esclareceu que o aluno Matheus Brito está regularmente matriculado no 10º período do curso de Direito e que ainda não concluiu a graduação.
O caso segue sob investigação das autoridades competentes, que buscam identificar a extensão do esquema e as responsabilidades de todos os envolvidos.
Fonte: Jornal O Popular
Foto: Reprodução / Instagram Matheus Brito
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