O clima esquentou no PT após trocas de acusações entre dirigentes do partido no Rio de Janeiro. Neste sábado (25), o líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (RJ), afirmou que considera o prefeito de Maricá e dirigente estadual do partido, Washington Quaquá, “desprezível”, de “baixo nível” e com “cheiro de esgoto”.
O embate começou após Quaquá, segundo interlocutores, criticar via mensagens de aplicativo a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, namorada de Lindbergh, acusando-a de “usar a máquina do governo para fazer política particular”. Quaquá também teria afirmado que Lindbergh e o secretário André Ceciliano, ligado à pasta de Gleisi, estariam utilizando recursos públicos apenas a seu favor, sem se organizar em campanhas pelo presidente Lula ou pelo atual prefeito do Rio, Eduardo Paes, pré-candidato ao governo estadual em 2026.
Em resposta, Lindbergh publicou em rede social: “Dá preguiça e uma sensação de perda de tempo ter de responder a uma figura que eu, cada vez mais, considero desprezível. Sabe baixo nível, cheiro de esgoto. As obras que eu e Ceciliano falamos com o prefeito foram selecionadas no PAC no início do governo Lula. Gleisi nem ministra era. Fico me perguntando porque um ataque tão gratuito a Gleisi, assim como a perseguição a Benedita – tentando impedir sua candidatura ao Senado. Sinceramente, esse Quaquá sobra no PT!”
Até o momento, Washington Quaquá não se posicionou publicamente sobre a resposta de Lindbergh. O episódio evidencia uma nova frente de tensão interna no PT fluminense, com críticas públicas e acusações sobre a utilização de recursos públicos em campanhas políticas.
Radar – Veja
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