O Vasco acertou um empréstimo de R$ 80 milhões com a Crefisa, tendo como garantia 20% das ações da SAF vascaína. O valor desse percentual é superior ao montante financiado, o que dá segurança à credora em caso de inadimplência.
O contrato prevê carência de 12 meses — ou seja, até o segundo semestre de 2025 o clube não terá desembolso. A partir daí, o pagamento deverá ser feito em até dois anos, com juros de CDI + 7%, considerados altos no mercado.
Um ponto estratégico do acordo é a cláusula que concede à Crefisa, até junho de 2026, o poder de aprovar ou vetar uma eventual venda da SAF a terceiros. Além disso, a financeira passa a ter preferência em caso de novos empréstimos, reforçando sua posição de influência sobre o futuro do clube.
A diretoria do Vasco, por sua vez, não cogita neste momento a revenda da SAF. O objetivo é ganhar fôlego de caixa para reequilibrar as finanças e tornar a empresa mais atrativa a médio prazo.
O movimento revela como o clube, apesar do aporte bilionário da 777 Partners, ainda busca soluções imediatas para equilibrar as contas — agora com a entrada de uma das principais financiadoras do futebol brasileiro.
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Divulgação
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