O ex-senador da República e ex-presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, oficializou, na manhã desta segunda-feira (24), sua desfiliação do Partido dos Trabalhadores (PT), sigla à qual esteve vinculado desde 2013.
A decisão foi formalizada por meio de carta entregue ao presidente nacional do partido, Edinho Silva, em Brasília, e em documento semelhante encaminhado à presidenta da legenda no Rio Grande do Norte, Samanda Alves. A íntegra da carta foi anexada ao processo de desfiliação, seguindo o protocolo partidário.
Embora a saída tenha sido tratada com seriedade nos bastidores, o episódio rapidamente ganhou contornos de ironia entre aliados e opositores potiguares. Comentários bem-humorados circularam nas redes e grupos políticos apontando que o “impacto” da decisão seria tão grande que o PT do RN correria até o risco de se desmanchar — numa clara provocação à influência limitada que Jean exercia internamente.
“Jean é insignificante”, disparou um interlocutor, refletindo o tom de deboche adotado por parte da classe política local. A leitura majoritária é de que a desfiliação não altera significativamente o tabuleiro do PT potiguar, que já havia deslocado Jean Paul para segundo plano após sua saída da Petrobras.
Mesmo assim, o gesto encerra um ciclo de 11 anos de filiação e marca oficialmente o afastamento de uma das figuras que, embora tenha ocupado postos importantes, nunca chegou a desfrutar de grande protagonismo dentro da sigla no Rio Grande do Norte.
BLOG DO ROBSON PIRES
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