A atuação de Estêvão, joia brasileira de apenas 18 anos, segue reverberando entre os gigantes da Europa. Após a derrota por 3 a 0 para o Chelsea, no último domingo, o vestiário do Barcelona se viu dividido entre frustração e admiração. Jogadores do elenco culé e o técnico Hansi Flick comentaram longamente sobre o desempenho do jovem atacante, que novamente foi um dos destaques da partida.
Fontes internas revelam que o encantamento não ficou restrito ao lado catalão. Em Madrid, o clima é de arrependimento. Dirigentes do Real, que tiveram a oportunidade de disputar a contratação do brasileiro ainda em sua saída do Palmeiras, admitem nos bastidores que o clube “dormiu no ponto”. A alta cúpula merengue optou por não avançar na época — decisão que hoje é vista como um erro estratégico diante da rápida evolução do atleta.
No Chelsea, o entusiasmo é explícito. O clube projeta que Estêvão figura entre os dez melhores jogadores do mundo dentro de um período de até três anos. A avaliação é compartilhada por membros da comissão técnica e executivos do departamento de performance, que enxergam no brasileiro uma combinação rara de maturidade, explosão física e tomada de decisão.
A ascensão meteórica do garoto, que já movimenta análises e arrependimentos entre rivais históricos, sinaliza que o futebol europeu pode estar testemunhando o nascimento de um novo protagonista.
ESPN Brasil | Bruno Andrade | “Fala a Fonte”
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