O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, celebrou nesta semana a aprovação do PL 1496/21, projeto que determina a coleta obrigatória de DNA para todos os condenados que iniciarem o cumprimento da pena em regime fechado. A medida, segundo ele, representa um avanço significativo na capacidade do Estado de investigar e solucionar crimes.
“Menos impunidade e mais inteligência no combate ao crime”, resumiu Motta ao destacar o impacto da proposta. Com a nova legislação, o banco genético nacional deverá ser ampliado de forma expressiva, permitindo maior agilidade na identificação de suspeitos, no cruzamento de evidências e na elucidação de delitos que hoje permanecem sem solução.
Para o presidente da Câmara, a mudança sinaliza um compromisso claro com o fortalecimento da segurança pública: “Quem deve, não vai mais conseguir se esconder. Segurança é prioridade absoluta”, afirmou.
A expectativa é que o projeto, ao aumentar a precisão das investigações, contribua para reduzir a taxa de impunidade e aprimorar o trabalho das forças policiais, alinhando o Brasil às práticas já consolidadas em diversos países.
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