Juliana Garcia, conhecida nacionalmente após ser vítima de brutal violência doméstica — episódio em que recebeu 61 socos dentro de um elevador — voltou a ser alvo de ataques nas redes sociais neste domingo (22). A onda de críticas começou depois que ela publicou um vídeo comemorando a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Bolsonaristas passaram a inundar seus perfis com mensagens ofensivas e tentativas de desqualificar sua postura. Em resposta, Juliana gravou novos vídeos e rebateu os ataques, questionando a reação desproporcional:
“Vocês acham mesmo que eu iria ficar do lado de um machista, misógino e que acha que eu sou fruto de uma fraquejada?”, afirmou.
Juliana destacou que não possui filiação partidária, mas reiterou que não poderia apoiar Bolsonaro pelos motivos que citou. As críticas, porém, continuaram, levando-a a publicar novos stories.
Nos vídeos seguintes, ela voltou a se posicionar:
“Estão querendo me cancelar pela minha posição política. É sério isso?”, disse.
A influenciadora reforçou que sua postura não tem relação com partidos, e sim com valores pessoais:
“Não tenho partido nenhum. Mas tem coisas que eu não tolero. Não tolero discurso de ódio, não tolero misoginia, xenofobia. Não tolero que você ache que, por ser homem, é melhor do que eu ou do que qualquer outra mulher.”
A reação de Juliana rapidamente repercutiu nas redes, reacendendo debates sobre machismo, violência de gênero e polarização política no país.
AGORA RN
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